Com as presenças do professor Ubiratan D’Ambrosio, da Maria José e da Drica, filha da profa. Maria do Carmo, e muito mais gente querida, lançamos “O florescer da Grumixama: raízes, sementes e frutos das pesquisas em Etnomatemática do GEPEm-FEUSP”, no canal Matemática Humanista do prof. Carlos Mathias. Clique na imagem acima e assista!

13 ABRIL, 2021, Lançamento da coletânea de 20 anos do GEPEm-FEUSP

04 junho, 2019, secretaria municipal de educação de pindamonhangaba, Sp

Afinal de contas, é sempre tempo de ser grato pelos bons anos vividos junto dessa turma carinhosa.

Aí está quase toda a equipe que me acolheu na sede administrativa da Secretaria Municipal de Educação de Pindamonhangaba, gente carinhosa, querida.

Algumas palavras

Afinal de contas,

Matemática, cultura e sociedade têm algo a ver? Afinal de contas, para que aprendemos matemática? Afinal de contas, saber matemática pode qualificar a capacidade de interpretar o e intervir no mundo? Como?  Afinal de contas, a matemática é neutra?

Afinal de contas é um espaço que reúne e disponibiliza pesquisas e discussões sobre a matemática e seu ensino, o currículo de matemática, suas políticas e epistemologias como forma de buscar respostas, sempre provisórias e em permanente reelaboração, às perguntas acima e tantas outras, que interpelam professoras e professores, especialmente aqueles e aquelas que ensinam matemática, mas, de uma forma geral, todos que são apaixonados por pensarfazer educação.

Afinal de contas, “se a educação não pode tudo, alguma coisa de fundamental ela pode”, como nos ensino Paulo Freire.

“Eu não tenho dúvida nenhuma da importância de que qualquer esforço, que não deve inclusive ser um esforço exclusivo do matemático, do professor de matemática por exemplo, mas que deveria ser, no meu entender, um esforço do homem e da mulher, do matemático, do biólogo, o físico, o carpinteiro, que é exatamente um esforço de nos reconhecer como corpos conscientes e matematicizados. (…) Uma das grandes preocupações devia ser essa: a de propor aos jovens educandos que ao mesmo tempo em que descobrem que quatro por quatro são dezesseis, descobrem que há uma forma matemática de estar no mundo.”

Paulo Freire