Para pensarfazer educação

Neste espaço, compartilhamos momentos e experiências de pensarfazer educação, coletivamente, sob uma perspectiva formativa de todos nós.

Vem aí o I Simpósio Brasileiro de Educação Matemática com Pessoas Jovens, Adultas e Idosas, realizado de forma institucional e presencialmente no IME-USP e no CIEJA Perus I, em São Paulo nos dias 18 e 19 de Novembro.

Minha participação no XXV EBRAPEM

Fui convidado para fazer uma fala sistematizando o que tenho pesquisado no campo dos currículos, com ênfase em matemática, durante o XXV Encontro Brasileiro de Estudantes de Pós-graduação em Educação Matemática, o EBRAPEM, a partir da temática “Olhares críticos em Educação Matemática: embates emergentes, práticas educativas e mudança social”.

Está chegando o Encontro USP-Escola 2022!

Na 21ª edição do Encontro USP-Escola, o maior evento de formação continuada de professores de redes públicas, propomos dois espaços formativos!

O primeiro a partir da experiência de diferentes professores e professoras que ensinam matemática na EJA em diferentes estados do país e o segundo tematizando perspectivas para o ensino de matemática a partir do conceito de território nos anos iniciais! Não percam!

Participei de um podcast da Academia Brasileira de Letras (ABL)!

A ABL tem produzido diferentes ciclos de podcasts para pautar e abordar assuntos de relevância em nossa sociedade.

Tive a honra de inaugurar o primeiro programa do Escola & Inclusão, para tratar de inclusão escolar, inclusão digital (e por que não de exclusão também?) que já está disponível tanto no Spotify como no site da Academia!

Mostra CAEM 2021

No fim de Outubro, o CAEM-IME USP promoveu a tradicional Mostra do CAEM, sua edição de 2021, que, pela primeira vez, ocorreu virtualmente.

Com mesas redondas, palestras e oficinas, na programação que pode ser acessada abaixo e nos canais do CAEM e do MPEM, foi possível abordar diversas temáticas relevantes para nossa formação e reflexão sobre a educação matemática.

Participei de dois momentos muito especiais que compartilho para assistirem: na primeira mesa redonda “Modelagem matemática e festivais de vídeos digitais”, mediando a conversa com a querida profa. Petrina Avelar (UEMG) e o querido prof. Ademir Caldeira (Miro); na segunda, falando de “Etnomatemática e Educação Matemática” com o prof. Rogério Ferreira (UnB), com mediação da profa. Ana Paula Jahn (IME-USP), como homenagem ao prof. Ubiratan D’Ambrosio.

 

Na Semana da Educação da UFJF, organizada pelo Diretório Acadêmico da Pedagogia, participei da mesa temática “Ciências, território e emancipação”, discutindo possibilidades emancipatórias a partir de currículos territorialmente referenciados.

 

 

Tive a alegria e a honra de compor a banca de avaliadores que se dedicaram aos vídeos de práticas do Ensino Fundamental I junto às professoras Ana Paula Jahn, Eliane Reame e Carmen Passos.

 

 
O 1º Festival de Vídeos de Práticas de Ensino de Matemática (VPEM) é uma iniciativa do CAEM-IME-USP, que pretende incentivar e divulgar novas abordagens ao Ensino da Matemática baseadas nas experiências e/ou vivências de professores da Educação Básica.

Em Março de 2021, iniciaremos um ciclo de formação bastante importante a partir das demandas que identificamos ao ministrar a oficina de matemática na EJA durante a pandemia, em 2020.

 

A proposta foi adensada para permitir maior acompanhamento, durante quase todo o ano letivo, e principalmente para houvesse mais oportunidades de trocas, compartilhamentos e de reflexão sobre a própria prática realizada pelos professores.

 

Tivemos mais de 1000 inscritos, distribuídos por 21 estados do Brasil!

Logo que o próximo ano se inicia e já vem mais projeto formativo por aí!

Dessa vez, a formação “Há matemática no território?” ocorrerá no 20º Encontro USP-Escola, em 2021.

“Nesta formação, pretendemos fornecer elementos para que a professora e o professor que ensinam matemática nos anos iniciais possam abordar a matemática de maneiras distintas das que têm ocorrido costumeiramente nas pedagogias tradicionais. Para isso, tratamos dos conceitos de territórios educativos e das contribuições às perspectivas socioculturais da Educação Matemática, bem como dos modos de mobilizá-los no ensino de matemática nos anos iniciais. Trata-se, portanto, de uma proposta para pensar a matemática a partir de outro prisma, que lhe concebe intimamente conectada às nossas necessidades de contar, comparar/medir, classificar, inferir, representar… Propomos, então, construir juntos modos de ensinar matemática nos anos iniciais, a partir dos problemas e temas do cotidiano de nossos alunos e de nossas alunas, levando em conta elementos fundamentais de nossa cultura e de nosso território.”

 

 

No dia 07 de Novembro, compus com Alexandre Schneider, do Instituto Singularidades, e Lilian Kelian, do CENPEC, a mesa de abertura do 2º Seminário Internacional de Aprendizagem Solidária no Brasil, intitulada “Currículos, cidades e territórios”.

 

Assista ao lado!

Oficina oferecida por mim e pela amiga Priscila Santos por meio do calendário formativo do Centro de Aperfeiçoamento do Ensino de Matemática (CAEM-IMEUSP).

 

“O isolamento social e fechamento das escolas como métodos de prevenção da rápida expansão do novo coronavírus, Covid-19, têm gerado diferentes desafios para professoras e professores, inclusive de matemática. Porém, percebemos que os obstáculos se avolumam e se articulam de forma ainda mais complexa para aquelas e aqueles que trabalham na Educação de Jovens e Adultos (EJA) ensinando matemática. Afinal, somam-se às consequências da crise sanitária, o próprio contexto de acesso vulnerável e desigual que caracteriza a modalidade historicamente em nosso país. Por esse motivo, propomos esta oficina com o objetivo de constituir um espaço para que professoras e professores que ensinam matemática na EJA possam compartilhar possibilidades e limites de seu trabalho pedagógico durante esse período. Espera-se, ademais, que a experiência formativa com professoras e professores que ensinam matemática na EJA possa nos oferecer subsídios relevantes para mapear e compreender como são mobilizadas práticas de letramento matemático e de letramento digital com jovens e adultos, evidenciando potencialidades e tensões identificadas.”