Para pensarfazer educação

Neste espaço, compartilhamos momentos e experiências de pensarfazer educação, coletivamente, sob uma perspectiva formativa de todos nós.

 

Na Semana da Educação da UFJF, organizada pelo Diretório Acadêmico da Pedagogia, participei da mesa temática “Ciências, território e emancipação”, discutindo possibilidades emancipatórias a partir de currículos territorialmente referenciados.

 

 

Tive a alegria e a honra de compor a banca de avaliadores que se dedicaram aos vídeos de práticas do Ensino Fundamental I junto às professoras Ana Paula Jahn, Eliane Reame e Carmen Passos.

 

 
O 1º Festival de Vídeos de Práticas de Ensino de Matemática (VPEM) é uma iniciativa do CAEM-IME-USP, que pretende incentivar e divulgar novas abordagens ao Ensino da Matemática baseadas nas experiências e/ou vivências de professores da Educação Básica.

Em Março de 2021, iniciaremos um ciclo de formação bastante importante a partir das demandas que identificamos ao ministrar a oficina de matemática na EJA durante a pandemia, em 2020.

 

A proposta foi adensada para permitir maior acompanhamento, durante quase todo o ano letivo, e principalmente para houvesse mais oportunidades de trocas, compartilhamentos e de reflexão sobre a própria prática realizada pelos professores.

 

Tivemos mais de 1000 inscritos, distribuídos por 21 estados do Brasil!

Logo que o próximo ano se inicia e já vem mais projeto formativo por aí!

Dessa vez, a formação “Há matemática no território?” ocorrerá no 20º Encontro USP-Escola, em 2021.

“Nesta formação, pretendemos fornecer elementos para que a professora e o professor que ensinam matemática nos anos iniciais possam abordar a matemática de maneiras distintas das que têm ocorrido costumeiramente nas pedagogias tradicionais. Para isso, tratamos dos conceitos de territórios educativos e das contribuições às perspectivas socioculturais da Educação Matemática, bem como dos modos de mobilizá-los no ensino de matemática nos anos iniciais. Trata-se, portanto, de uma proposta para pensar a matemática a partir de outro prisma, que lhe concebe intimamente conectada às nossas necessidades de contar, comparar/medir, classificar, inferir, representar… Propomos, então, construir juntos modos de ensinar matemática nos anos iniciais, a partir dos problemas e temas do cotidiano de nossos alunos e de nossas alunas, levando em conta elementos fundamentais de nossa cultura e de nosso território.”

 

 

No dia 07 de Novembro, compus com Alexandre Schneider, do Instituto Singularidades, e Lilian Kelian, do CENPEC, a mesa de abertura do 2º Seminário Internacional de Aprendizagem Solidária no Brasil, intitulada “Currículos, cidades e territórios”.

 

Assista ao lado!

Oficina oferecida por mim e pela amiga Priscila Santos por meio do calendário formativo do Centro de Aperfeiçoamento do Ensino de Matemática (CAEM-IMEUSP).

 

“O isolamento social e fechamento das escolas como métodos de prevenção da rápida expansão do novo coronavírus, Covid-19, têm gerado diferentes desafios para professoras e professores, inclusive de matemática. Porém, percebemos que os obstáculos se avolumam e se articulam de forma ainda mais complexa para aquelas e aqueles que trabalham na Educação de Jovens e Adultos (EJA) ensinando matemática. Afinal, somam-se às consequências da crise sanitária, o próprio contexto de acesso vulnerável e desigual que caracteriza a modalidade historicamente em nosso país. Por esse motivo, propomos esta oficina com o objetivo de constituir um espaço para que professoras e professores que ensinam matemática na EJA possam compartilhar possibilidades e limites de seu trabalho pedagógico durante esse período. Espera-se, ademais, que a experiência formativa com professoras e professores que ensinam matemática na EJA possa nos oferecer subsídios relevantes para mapear e compreender como são mobilizadas práticas de letramento matemático e de letramento digital com jovens e adultos, evidenciando potencialidades e tensões identificadas.”